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Quantidade de drones está aumentando e os riscos também

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Segunda, 25/12/2017 10:49.

O barateamento e consequente aumento da quantidade de drones para fins recreativos ou profissionais elevou os riscos de acidentes devido à utilização desses artefatos sem as devidas cautelas.

Os drones são divididos em classes, de acordo com seu peso. Os que têm mais de 250g precisam cumprir uma série de exigências, que se tornam mais rígidas na proporção do porte da aeronave.

Como regra geral não é permitido voar sobre pessoas, é necessária uma distância mínima de 30 metros. A altura máxima, salvo exceções devidamente autorizadas pela Aeronáutica, é 120 metros.

A legislação estabelece que os menores de 18 anos não podem pilotar. E para drones acima de 25 kg é necessária habilitação do piloto.

Balneário Camboriú é declarado pela Aeronáutica um corredor de aeronaves, por isso na frente da praia só é permitido voar até 30 metros de atura.

“Todo voo que faço tenho que reservar o espaço aéreo na Aeronáutica. Faço pela internet e em quatro horas respondem se pode ou não”, detalha Márcio Marcelino, da Delta Drones, uma das empresas da cidade atuante no setor.

Márcio diz que a fiscalização é inexistente e que a proliferação dos drones causa insegurança pública. “Tem muitos vídeos de acidentes no Youtube, subir é fácil, pilotar é o problema”.

O empresário defende que deveriam ser obrigatórios os cursos para pilotar drones.

Opinião semelhante tem Jeferson Cherobin, da JC Drones de Balneário Camboriú. “É necessário cautela por parte de quem não tem experiência”.

A JC Drones e a Delta se dedicam a fotografias e filmagens, em especial para o mercado imobiliário. Ambos possuem trabalhos belíssimos que podem ser vistos em suas galerias de filmes no Youtube.

 

Funcionamento

Os drones possuem várias hélices e um microprocessador que as controla para manter o equilíbrio, altura e direção desejada.

Eles são controlados à distância por consoles, tablets ou celulares. A imagem da câmera é transmitida ao dispositivo do piloto.

Como parte do voo pode ser cego, o piloto não ter contato visual com o aparelho, os bons modelos possuem a capacidade de retornar ao ponto de partida em caso de desorientação ou interrupção da comunicação.

Profissionais

Essas aeronaves estão revolucionando serviços de cobertura jornalística, engenharia, agricultura e até de entrega de mercadorias. 

Desde 2013 a Amazon, testa entregas de encomendas com drones, cujo custo seria apernas 20% do que é gasto hoje com o método tradicional. 

Há problemas de legislação e de tecnologia para a adoção em massa do “drone-delivery”, mas grandes empresas continuam aprofundando estudos.

Para fotografar os 50 km2 de Balneário produzindo imagens que possam ser usadas em geoprocessamento, uma empresa especializada de São Paulo informou que o custo seria de apenas R$ 125 mil.

O custo acessível permite que a prefeitura periodicamente produza novas imagens para atualizar seus registros e aumentar o controle sobre a ocupação e uso do solo.

O tradicional, em que é usado avião para fotografar, custou ao município em setembro de 2017, R$ 183 mil.

Modelos

O mercado é dominado por fabricantes chineses. Os modelos mais baratos custam R$ 150,00, mas na faixa de R$ 3.000,00 há opções com boas câmeras que podem ser usados para trabalhos semiprofissionais.

Os drones de maior porte, para aplicações em topografia e outras finalidades, chegam até R$ 130 mil.

Uma das limitações é a duração da bateria que nos modelos mais simples fica em torno de meia hora. Mesmo nos mais sofisticados raramente a bateria suporta mais de 60 minutos.


 

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