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Audiência pública hoje à noite esquentará o debate sobre nova loja da Havan

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A Havan quer se instalar nesse terreno.
A Havan quer se instalar nesse terreno.

Segunda, 9/4/2018 7:46.

A audiência pública desta segunda-feira (9) às 19h na Câmara de Vereadores deverá colocar em polos opostos os favoráveis e os contrários à instalação de uma nova loja da Havan na rua Aqueduto, em frente ao Balneário Shopping.

Embora os contrários, liderados pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), pretendam discutir a implantação ou não do empreendimento, a audiência não tem este propósito, deve se limitar ao exame das medidas mitigatórias.

As medidas mitigatórias representam aquelas que o empreendedor deve desenvolver para minimizar os impactos de vizinhança e nesse caso se resumem basicamente a trânsito.

Também haverá medidas compensatórias, pagas em dinheiro, cujo valor está em discussão na Câmara (será votado amanhã) e pode variar de 0,5% a 5% do valor da obra dependendo do que os vereadores decidam.

O empreendimento está dentro da lei e já foi aprovado pelo Conselho da Cidade. Na ocasião a representante da CDL foi voto vencido.

O argumento da CDL (que agora recebeu apoio de diversas entidades) é que a loja da Havan agravará problemas “viários, paisagísticos e de drenagem existentes naquela região”.

As entidades propõem que no local seja instalada a Praça do Cidadão, onde haveria uma nova sede para a prefeitura; um hotel, um edifício comercial, um shopping e uma loja da Havan. No local é proibido construir edifícios altos como está sendo proposto.

A Praça do Cidadão – que custaria meio bilhão de reais- foi reprovada pelo Conselho da Cidade em 2016 e tentar reeditá-la parece um argumento para impedir a loja da Havan.

Na verdade uma sede da prefeitura, edifício comercial, hotel e shopping causariam várias vezes mais impacto do que uma loja.

A resistência à Havan é normal, ocorreu em diversas cidades onde aquela rede comercial se instalou porque é uma empresa que pratica preços baixos o que desagrada a concorrência.

Há muitos anos a CDL não se posicionava contra um grande empreendimento comercial na cidade, a última vez foi 20 anos atrás quando tentou impedir, sem sucesso, a construção do Atlântico Shopping.

A nota pública distribuída por entidades segue reproduzida abaixo:

NOTA PÚBLICA

O FÓRUM PERMANENTE DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ, integrado pelas seguintes entidades: ACIBALC - Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú, AMPE - Associação das Micro e Pequenas Empresas de Balneário Camboriú, CDL - Câmara de Dirigentes Lojistas de Balneário Camboriú, IDEIA – Instituto de Desenvolvimento e Integração Ambiental, OAB- Ordem dos Advogados do Brasil/Subseção de Balneário Camboriú; SINDICONT LITORAL – Sindicato dos Contabilistas de Balneário Camboriú e Região, SINDILOJAS – Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Balneário Camboriú e Camboriú, todas unidas no propósito de defesa dos interesses maiores da cidade e dos cidadãos de Balneário Camboriú, diante da iminência da realização de Audiência Pública a ser realizada no dia 09/04/2018, para discussão de projeto de instalação de uma Loja de Departamentos de grande porte na Rua Aqueduto, 100, sentem-se no dever de manifestar sua posição, representando seus milhares de associados:

1. As Entidades subscritoras são favoráveis e manifestam, como sempre o fizeram, seu inequívoco apoio a Projetos que tragam investimentos, empregos e estimulem o desenvolvimento da cidade nos mais variados setores, gerando valorização de ativos, renda e prosperidade para todos;

2. Acreditam que o crescimento da cidade não pode ser desordenado e a qualquer preço, feito de improvisos e obras pontuais, mas sim de cuidadoso planejamento a longo prazo, amplamente discutido com a participação da comunidade, que prepare nossa cidade para as futuras gerações de maneira sustentável e equilibrada, evitando que ações equivocadas sejam fonte de sofrimento no futuro e de prejuízos aos cofres públicos.

3. Nesse propósito, alertam que a eventual autorização para instalação de um novo empreendimento na Rua Aqueduto, 100, sem que antes sejam resolvidos de maneira definitiva e planejada os graves problemas viários, paisagísticos e de drenagem existentes naquela região estratégica, que já concentra elevado número de estabelecimentos públicos e privados de grande porte, pode trazer indesejáveis consequências que refletirão em toda a cidade, com o agravamento dos problemas já existentes, inviabilizando irremediavelmente sua solução.

4. As Entidades reafirmam seu apoio para a instalação, naquele local, principal ponto de entrada e saída da cidade, do Projeto que convencionou-se chamar de “Praça do Cidadão” e que traz, em sua concepção, uma gama de soluções para aquela região, contemplando concentração de serviços públicos municipais através do novo centro administrativo, áreas comerciais, de lazer e amplo estacionamento, acreditando que esta destinação é a que melhor atende o interesse público e que qualquer empreendimento que pretenda instalar-se no local, deva estar inserido nesse macro Projeto.

5. A sociedade civil organizada aqui representada está atenta e confia que a Administração Municipal e a Câmara de Vereadores, no uso de suas atribuições, ajam com responsabilidade e com pensamento nas futuras gerações, levando sempre em consideração, nas suas decisões, os interesses maiores da cidade e de seus cidadãos. Balneário Camboriú/SC, 05 de abril de 2018.

FÓRUM PERMANENTE DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ

Desenho da nova loja



 

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