Jornal Página 3
Colunistas
por Fabi Langaro Loos
por Sonia Tetto
por Saint Clair Nickelle
por Augusto Cesar Diegoli
por Enéas Athanázio
Saúde

PA da Barra e UPA do Nações fazem parte do mesmo pacote 


Variedades

Evento acontece em setembro


Geral

Brasil fora do radar dos jovens qualificados que buscam empregos 


Equilíbrio

 Aulas presenciais e turmas pequenas  


Policia


Publicidade

Leia a publicação do Convention Bureau 


Policia

Denúncia falsa levou PMs e abordarem GMs num bar da cidade 


Motorista da Expressul passou mal enquanto trabalhava

Um motorista da Expressul, de 40 anos, teve uma crise conversiva na manhã de hoje (19), enquanto dirigia um ônibus da empresa, no Interpraias. 

O socorrista do Samu, Renaldo Marquatto, explica a crise foi desencadeada porque o homem está passando por problemas familiares e ficou bastante nervoso. Por sorte, ele conseguiu estacionar o ônibus e nenhum passageiro se feriu.

Ele foi previamente socorrido por outro colega motorista, que o massageou enquanto o Samu não chegava.

“Foi uma crise conversiva, uma crise nervosa. Quando chegamos vimos que a jugular externa, uma veia do pescoço, estava batendo, o que indicava que ele estava bem”, ressalta Renaldo.

Ele foi encaminhado ao Pronto Atendimento (PA) do Bairro da Barra, foi medicado com calmantes e passa bem.

Renaldo lembra que há diferença entre a crise convulsiva e a conversiva. Convulsiva é a que afeta quem tem epilepsia, por exemplo. A pessoa torce os membros, vira os olhos. Pode ter traumatismo craniano, atinge o sistema nervoso.

“Você pode colocar fogo em uma pessoa durante essa crise e ela não sente e não lembra de nada. Ela demora de cinco a 30 minutos para recobrar a consciência”, exemplifica.

Já a conversiva, que foi a que o motorista teve, é algo emocional. A principal diferença é que a pessoa lembra, sente e ouve tudo.

“Tanto que quando chegamos para atendê-lo, eu me aproximei e disse pra ele ‘sei que tu está bem, estou vendo teu pulso, fala comigo’ e ele já me respondeu. Não é que a pessoa esteja fingindo, mas há aqueles que se aproveitam, sim. Por exemplo, quando chega o caixão de algum parente há aqueles que se jogam no chão, desmaiam. É o conhecido ‘ataque dos nervos’”, informa.


Quarta, 19/4/2017 11:35.




publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

Fale Conosco - Anuncie no Página 3 - Normas de Uso
© Desenvolvido por Página 3

Endereço: Rua 2448, 360 - Balneário Camboriú - SC | Telefone: (47) 3367-3333 | Email: jornal@pagina3.com.br